Menu
Busca domingo, 26 de setembro de 2021
(67) 99874-0557
SENAR-MS Campanha Prevenção Incêndios 2021
ECONOMIA

Variação da cesta básica tem comportamento distinto entre as capitais

Valor aumentou em nove cidades e diminuiu em oito, segundo Dieese

06 novembro 2019 - 14h52Por Agência Brasil*

Entre setembro e outubro de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais, a cesta básica, aumentou em nove cidades e diminuiu em oito, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 17 capitais, divulgada nesta quarta-feira (6). As altas mais expressivas foram registradas em Brasília (5,21%), Campo Grande (3,10%) e Goiânia (1,12%). As quedas mais importantes foram observadas em Natal (-3,03%) e João Pessoa (-2,34%).

continua depois da publicidade
Campanha Fendt última semana de Setembro liderboard
continua depois da publicidade
SENAR-MS  Campanha Prevenção Incêndios 2021

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 473,59), seguida por Porto Alegre (R$ 463,24), Rio de Janeiro (R$ 462,57) e Florianópolis (R$ 458,28). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 325,01) e Natal (R$ 341,90).

Em 12 meses, entre outubro de 2018 e o mesmo mês de 2019, com exceção de Aracaju (-5,11%) e Fortaleza (-1,58%), todas as capitais acumularam alta, que oscilaram entre 1,76%, em Florianópolis, e 10,62%, em Goiânia.

Em 2019, 10 municípios pesquisados tiveram taxas positivas, com destaque para Vitória (6,06%) e Recife (5,57%). Outras sete cidades mostraram redução, a mais expressiva em Aracaju (-9,40%).

Com base na cesta mais cara que, em outubro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em outubro de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.978,63, ou 3,99 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em setembro de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.980,82, ou 3,99 vezes o mínimo vigente. Já em outubro de  2018, o valor necessário foi de R$ 3.783,39, ou 3,97 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.

*Fonte: Agência Brasil

Deixe seu Comentário

Leia Também

MERCADO DA SOJA
Saca da soja acumula valorização de 13% em 12 meses, em MS
MANEJO APÍCOLA
A exemplo das abelhas, gestão e logística são essenciais na multiplicação dos enxames
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
Cientistas combinam imagens multiespectrais com raios X para analisar sementes
GESTÃO DE RISCOS
Guia virtual orienta produtores sobre o funcionamento do seguro rural
MERCADO FINANCEIRO
Bolsa cai pelo segundo dia e perde 2,48% em agosto
CRÉDITO FUNDIÁRIO
Prazo para análise de financiamento de imóvel para agricultores familiares diminui para seis meses
ANÁLISE CEPEA
Dados oficiais do IBGE confirmam baixa oferta de animais para abate
ECONOMIA
MS tem crescimento populacional acima da média nacional, com agronegócio impulsionando interior
ARMAZENAMENTO
Conab tem 150 imóveis qualificados no PPI; Hortomercados do RJ estão incluídos
PERSPECTIVAS
Conab estima produção total de 289,6 milhões de toneladas de grãos para safra 2021/22