Menu
Busca terça, 22 de junho de 2021
(67) 99874-0557
AQUICULTURA

Reunião na CNA discute ajustes finais no Plano de Desenvolvimento da Aquicultura

A iniciativa, liderada pela entidade, vai levantar os principais gargalos da atividade

07 agosto 2019 - 16h42Por CNA*

A Comissão Nacional de Aquicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu na terça (06) para debater os ajustes finais no Plano Nacional de Desenvolvimento da Aquicultura (PNDA).

continua depois da publicidade
JA Training

A iniciativa, liderada pela entidade, vai levantar os principais gargalos da atividade (peixe, camarão, moluscos, ostras e mexilhões) e apresentar propostas de ações de curto, médio e longo prazo para o crescimento da cadeia da aquicultura no Brasil.

“Entre as grandes dificuldades podemos citar, por exemplo, a grande burocracia que existe ainda hoje no setor. Nós temos uma carga tributária bastante elevada, impostos em cascata, uma dificuldade enorme principalmente, para viabilizar a industrialização de pequeno porte”, disse o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Eduardo Ono.

Outro destaque da reunião foi uma apresentação da Frente Parlamentar em Defesa do Pescado, criada em junho deste ano, e das ações conjuntas com a CNA. Os objetivos da bancada foram explicados pelo presidente da Frente, deputado federal Luis Nishimori (PR/PR), e pela deputada federal, Mara Rocha (PSDB/AC).

“Queremos somar com a CNA para trabalhar junto em prol da criação de peixes. A CNA trabalhou no desenvolvimento do nosso agronegócio, que hoje é um dos maiores exportadores do mundo, e a aquicultura pode seguir o mesmo caminho. É um setor que tem grande potencial”, afirmou Nishimori.

O encontro contou com a participação de membros da Comissão e de representantes de Federações estaduais de Agricultura através de videoconferência. A coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, também acompanhou os trabalhos.

Para o vice-presidente da Comissão de Aquicultura da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Cleiton Coldebella, as iniciativas discutidas impulsionam a aquicultura para um novo rumo e podem contribuir para o Brasil, em um curto espaço de tempo, se tornar um exportador de pescados.

“O PNDA vai trazer uma estruturação melhor. Hoje, temos produtores que muitas vezes não tem o conhecimento necessário para estar produzindo. O Plano mostra um caminho aonde o produtor possa encontrar soluções para os problemas que ele tem. Será um norte para quem já está na atividade e para quem está entrando”, declarou Coldebella, que também é criador de tilápia em Gouvelândia (Goiás).

*Fonte: CNA

Deixe seu Comentário

Leia Também

SAFRA 2021/22
Ministério da Agricultura lança plano safra 2021/22 nesta terça-feira (22)
MERCADO INTERNACIONAL
Exportações de carne suína de Mato Grosso do Sul crescem 131% em 2021
ECONOMIA
Exportações do agronegócio de MS crescem 12% e passam de US$ 2,6 bilhões
ANÁLISE CEPEA
Com baixa oferta de animais em peso de abate, preço do suíno vivo sobe
SUA LAVOURA MERECE!
Com 517 cv, Fendt 1000 Vario esbanja tecnologia e é considerado o maior trator monobloco do mundo
BIOTECNOLOGIA
Região Sul-Fronteira de MS é a que mais se dedica ao manejo biológico da soja
70 ANOS!
Eduardo Riedel confirma apresentação nos 70 anos do SRCG
ANÁLISE CEPEA
Alta externa eleva movimentação de soja nos portos brasileiros
MADEIRA
Com grande reserva de madeira, MS tem potencial de exportação para gigantes da celulose
RECURSOS HÍDRICOS
MS mantém destaque nacional no cumprimento de metas da ANA na gestão de recursos hídricos