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COMPETITIVIDADE

Crédito maior no FCO para microempresa financiar capital de giro movimenta economia de MS

O FCO Empresarial ainda dispõe de R$ 200 milhões para serem utilizados no exercício de 2019.

22 outubro 2019 - 15h30Por Semagro*

Micro, pequenas e médias empresas de Mato Grosso do Sul têm agora novos limites de crédito para capital de giro por meio do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), possibilitando incrementar as vendas no fim de ano, fazer investimentos e quitar despesas com folha de pagamento.

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O FCO Empresarial ainda dispõe de R$ 200 milhões para serem utilizados no exercício de 2019. A partir de agora, o limite máximo de crédito para o empreendedor individual sobe de R$ 20 mil para R$ 27 mil. Desse limite, o empreendedor individual pode solicitar até R$ 10 mil para capital de giro dissociado (recurso que pode ser utilizado para investir em estoque e despesas com folha de pagamento). Antes, o valor máximo para capital de giro dissociado era de R$ 7 mil. O mesmo ocorre com as microempresas, que a partir de agora podem financiar até R$ 200 mil para capital de giro dissociado. O valor máximo para esse segmento era de R$ 180 mil.

O anúncio com os novos limites de crédito do FCO, que beneficiam micro e pequenas empresas foi feito na reunião do Conselho Deliberativo do Sebrae, realizada nesta segunda-feira (21), com a participação do secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), presidente do CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO) e também do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Claudio Mendonça; o presidente da Fiems, Sérgio Longen, do presidente da Famasul, Maurício Saito e  do presidente da Faems, Alfredo Zamlutti.

De acordo com o secretário Jaime Verruck, “é uma possibilidade de recurso para o comércio ampliar estoque e efetuar o pagamento do décimo terceiro. Nosso foco é principalmente na micro e pequena empresa. Com o capital de giro dissociado o empresário só não pode pagar impostos, mas pode comprar novos produtos pode pagar a folha de pagamento, fazer propaganda. É uma forma de garantir um bom final de ano”.

O titular da Semagro acrescentou que “é importante destacar que as contratações têm de ser aprovadas até 14 de novembro. Temos uma disponibilidade de recurso, não somente para capital de giro, que é de R$ 200 milhões no Empresarial e R$ 335 milhões no Rural e são 20 dias para aplicar esse saldo. Por conta desse prazo, todos os processos que entrarem no CEIF serão aprovados ad referendum”.

O CEIF/FCO é o órgão colegiado de deliberação coletiva, vinculado à Semagro, responsável por gerir os recursos da linha de financiamento. O Conselho é presidido pelo secretário da Semagro e integrado por representantes das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra), de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), dos órgãos vinculados à Semagro: Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) e Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul); das federações de Agricultura, Indústria e Comércio; do Sebrae e da Federação de Trabalhadores Rurais (Fettar/MS).

De acordo com o superintendente do Banco do Brasil, Sandro Jacobsen Grando, “temos de aprovar as novas solicitações de empréstimo até 14 de novembro para que os recursos contratados sejam liberados até 31 de dezembro. No caso do FCO para capital de giro, o empresário terá 12 meses para pagar e até 59 dias para iniciar o pagamento. Todas agencias estão empenhadas no oferecimento do crédito para que atinjamos a total utilização dos recursos do FCO”.

*Fonte: Semagro

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