Menu
Busca quinta, 04 de março de 2021
(67) 99874-0557
Programa de fidelização banner 03
QUEIMADAS

Chuva ameniza situação, mas Força-Tarefa se mantém alerta contra fogo no Pantanal

O fogo teria consumido cerca de 400 hectares da reserva, que tem 1,3 mil hectares

26 setembro 2019 - 07h16Por Semagro*

A Sala de Situação do Sistema de Comando de Incidente (SCI),em Aquidauana, montada pelo Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul para coordenar a força-tarefa de combate aos incêndios florestais, anunciou a permanência das equipes de brigadistas nas bases de operação, mesmo com a ocorrência de chuvas em toda a região do Pantanal e na borda onde haviam focos de calor.

continua depois da publicidade
Programa de fidelização banner 02

“Foi deliberado que na data de hoje (quarta-feira) serão mantidas as equipes nos locais já estabelecidos e será realizado o monitoramento dos focos de incêndios que estavam send combatidos. Este monitoramento será desempenhado pela força-tarefa em solo, através de veículos nos locais acessíveis e disposição de militares em vigilância”, informou o boletim divulgado pelo SCI.

Fogo na morraria

A operação vinha sendo desenvolvida em quatro frentes: fazendas Rancho Grande, Caiman, Bodoquena e São Roque, nos pantanais de Miranda, Aquidauana e Corumbá. Um dos principais focos que vinha sendo combatido, até a noite de terça-feira (24), era em uma reserva da fazenda Bodoquena, do grupo Votorantim, próximo à cidade de Miranda. Local de morraria, difícil acesso.

O fogo teria consumido cerca de 400 hectares da reserva, que tem 1,3 mil hectares, situada próxima a rodovia MS-243, segundo o diretor da fazenda, Edgar Ribeiro da Silva. Ele informou que o incêndio começou há 40 dias na Creta, fazenda vizinha, em direção ao sul, e foi extinto. Porém, reacendeu novamente, com o veNto soprando as chamas para Oeste, em direção à Bodoquena, que tem 80 mil hectares.

“Nos últimos dias paramos de trabalhar e saímos atrás do fogo”, disse ele, explicando que a fazenda tem pessoal treinado e maquinários para combate a incêndios e auxiliou várias propriedades atingidas pelo fogo, entre Miranda e Corumbá. Nos focos ao redor da Bodoquena o Corpo de Bombeiros utilizou pessoal por terra e lançamento de água pelo helicóptero “Águia 14”, da PM de São Paulo.

Combate aéreo

Conforme o planejamento elaborado pelo SCI para esta quarta-feira, devido às condições meteorológicas, a operação aérea foi momentaneamente paralisada, com a permanência dos helicópteros “Águia” e “Pantera” (do Exército) e do avião Air Tracktor, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, permanecendo no solo, na fazenda Caiman. As aeronaves aguardariam condição climática a pouso e decolagem, segundo o cordenador do SCI, tenente-coronel Huesley Silva.

Na terça-feira (24), o “Águia” foi empregado no deslocamento de militares para os focos mais afastados e inacessíveis por terra, além de vários voos de reconhecimento. Também realizou 62 lançamentos de água – dispõe de uma bolsa de capacidade de 540 litros -, perfazendo um total de 25 mil litros de água jogados nos incêndios. O avião Air Tracktor também lançou cerca de 8.500 litros de água em três horas e 10 minutos de voo.

*Fonte: Semagro

Deixe seu Comentário

Leia Também

BOLETIM DO SUÍNO
Cotações do suíno vivo caem em janeiro, enquanto valores dos principais insumos da atividade sobe
INTERNACIONAL
Chamada pública conjunta entre Brasil e Alemanha recebe propostas de projetos de bioeconomia
ANÁLISE CEPEA
Exportações de carne suína recuam em janeiro de 2021
MERCADO DO BEZERRO
Indicador do bezerro, em Mato Grosso do Sul, valoriza 60,6% em 12 meses
COLHEITA DA SOJA
Com atraso, agricultores de MS começam a colheita
EVOLUÇÃO
MS registra o 2º maior crescimento de produção de grãos do País, aponta a Conab
MERCADO DO BOI
Importação de gado vivo do Paraguai preocupa criadores de MS
ECONOMIA
Petrobras aumenta preço da gasolina em cerca de 8% nas refinarias
ECONOMIA
Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 3,60%
OPORTUNIDADE!
Agência Rural lança programa de fidelização de anunciantes